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O que Deus espera dos homens na família ?

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Jovens usam mais a internet para fins religiosos

Quase metade dos adultos que usam a Internet, o fazem para fins religiosos, indica um novo estudo do Instituto Grey Matter Research. Os pesquisadores entrevistaram mais de 1000 adultos que usam a Internet regularmente. O Grey Matter utiliza as técnicas de estatística mais atuais e tem se especializado em temas religiosos. A margem de erro desta pesquisa é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Veja alguns sobre os diferentes aspectos dessa “religiosidade digital”:

· 19% visitaram, nos últimos seis meses, o site da igreja ou outro local de culto que eles frequentam.

· Durante esse mesmo período, outros 17% visitaram o site da igreja ou lugar de culto que eles não frequentam.

· Nos últimos seis meses, 19% visitaram pelo menos um site que oferece alguma forma de ensino religioso.

· 17% leem blogs de religião uma vez por mês ou mais.

· 14% têm um pastor ou outro líder religioso como amigo no Facebook ou outra rede social semelhante.

· Nos últimos seis meses, 11% visitaram pelo menos um site de um grupo ou organização religiosa diferente da sua,

· 10% já “curtiram” a página de uma igreja ou outro local de culto no Facebook ou outra rede social semelhante.

· 8% participam uma vez por mês ou mais de discussões on-line sobre religião (por exemplo, grupos de e-mails ou fóruns).

· 2% seguem uma igreja ou outro local de culto no Twitter.

· Outro 2% seguem um pastor ou outro líder religioso no Twitter.

O uso da Internet para fins religiosos é mais comum entre os jovens. Cinquenta e sete por cento dos adultos com idade inferior a 35 usam a Internet para fins religiosos; 48% estão entre 35 e 49 anos; 36% têm de 50 a 64 anos e 31% já passaram dos 65.

Obviamente, as pessoas que são ativas em sua religião usam mais a Internet para fins religiosos. Por exemplo, 69% dos entrevistados que frequentam cultos uma vez por mês ou mais usam a Internet para fins espirituais, contra 27% daqueles que não frequentam o culto. Da mesma forma, 70% das pessoas que leem a Bíblia ou outro texto sagrado pelo menos uma vez por mês usam a internet para esse fim, em contraste com 28% entre aqueles que não leem.

Católicos romanos são menos propensos a usar a Internet para fins espirituais que os evangélicos. Por exemplo, 91% dos evangélicos que usam a Internet, fazem algum uso religioso. Um dado curioso é a frequência que a Internet é usada para esse fim por pessoas que não são religiosas. Cerca de 27% das pessoas que não frequentam reuniões religiosas usam a Internet para fins espirituais e 23% de ateus e agnósticos fazem o mesmo.

Ron Sellers, presidente da Grey Research, salientou que a comunidade religiosa on-line não é necessariamente um reflexo da comunidade religiosa off-line. “Os jovens são particularmente suscetíveis a usar a Internet para fins religiosos, mas eles parecem fazer tudo pela internet hoje em dia… No entanto, os jovens em geral são menos propensos que as pessoas mais velhas a frequentar os cultos ou ter uma identidade religiosa específica. Para essa geração, a Internet parece ser uma parte significativa de sua experiência de fé”.

Sellers também observou a grande diversidade como a Internet é usada para fins espirituais. ”Nenhum tipo de uso ou método religioso domina a Internet”, explicou. “Existem diferentes atividades que avaliamos, não só blogs ou sites de igreja e as mídias sociais. Há uma enorme diversidade na maneira como as pessoas usam a web para atividades espirituais, desde tirar dúvidas sobre a fé até participarem virtualmente de cultos, períodos de oração ou louvor”.

Traduzido e adaptado de Urban Christian News e Orlando Sentinel

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/jovens-usam-mais-internet-para-fins-religiosos/#ixzz1ve4LZoPj

APRENDENDO A ADORAR (Parte 2)


ADORAÇÃO É CONTAGIANTE

No verso 15 de II Samuuel, o texto declara que “assim ele e todos os israelitas levaram a Arca da aliança para Jerusalém, com gritos de alegria e som de trombetas”. Quando o povo percebe a experiência de adoração de Davi e como ele está à vontade diante do Senhor, o povo se envolve e começa a se alegrar na presença de Deus, pois todos desejam experimentar o que Davi estava vivenciando. O povo havia testemunhado o que havia acontecido. O Davi antes e depois do que Deus havia ensinado com toda o sofrimento da morte de Uzá.
Quando nos preparamos para adorar e percebemos quão grande é o nosso Deus, as pessoas que estão a nossa volta percebem a diferença. Elas percebem que quem provoca a mudança de atitude na adoração não é o ambiente, o som, os músicos, as letras ou músicas, mas o Senhor que está sendo adorado.
Deus procura verdadeiros adoradores (João 4:23, 24) e não animadores de louvor que tentam empolgar com frases de efeito, pedidos de palmas ou coisas do gênero. Frases como “vamos animar o louvor”; “o louvor está muito fraco” são recursos humanos para tentar “esquentar” o momento de adoração.
O que este texto nos ensina é que a única coisa que precisamos é viver uma experiência genuína de adoração, “diante do Senhor”, preocupados exclusivamente em agradá-lo. Isso despertará nas pessoas o desejo de experimentar “estar diante do Senhor”.O restante é obra do Espírito Santo.
Mas em alguns casos isto poderá incomodar os que sofrem de “Micalepsia”.

MICALEPSIA

Jeff Walling em seu livro “Ouse Dançar com Deus”, define a Micalepsia como a doença daqueles que na adoração estão mais ocupados e preocupados com os outros do que com Deus.
Os versos 16 e 20 mostram a mulher de Davi, Mical, preocupada com a postura real de Davi. Apesar de tudo o que acontecia, do momento singular de adoração a Deus e manifestação clara da sua presença como resultado de humildade e gratidão por parte de Davi e todo o povo, Mical só conseguia enxergar o exterior e as pessoas. O seu foco estava tão longe de Deus que não era capaz de perceber a sua presença em tudo o que acontecia e muito menos experimentá-la. A sua preocupação era: “o que os outros vão pensar?”.
Muitas pessoas têm perdido o privilégio de experimentar a presença de Deus porque estão mais preocupadas com horizontalidade do que com a verticalidade
Mas o que chama atenção é a postura de Davi em relação as duras críticas que lhe são feitas por Mical.
Nos versos 21 e 22 em outras palavras ele afirma que a sua preocupação maior é atender as expectativas de Deus com relação a ele. Quando o nosso olhar está em Deus, nada é forte demais para nos fazer parar de experimentarmos a sua presença.
O autor de Hebreus no capitulo 12, versos 1 e 2 nos desafia a deixarmos tudo os que nos atrapalha a viver o que Deus espera de nós e conservar os olhos fixos em Jesus.

CONCLUSÃO

Depois de tudo isso, A Arca chegou a cidade de Jerusalém trazendo Alegria e Temor, pois simbolizava a presença de Deus.
Na adoração você pode ser Uzá, Davi, ou Mical. Por isso tenha cuidado para não proceder levianamente como Uzá diante da santidade de Deus. Prepare-se para que não seja necessário tocar na Arca. Talvez você não esteja na companhia de Davi, entre os que batem palmas ou levantam as mãos, mas não ouse imitar Mical (Micalepsia).

Os Precursores da Reforma Protestante

Antes que houvesse a reforma propriamente dita, algumas condições foram necessárias, dentre estas: duas revoltas principais durante os séculos 14 e 15, às quais a igreja não pode reprimir.
“ os místicos tinham tentado tornar pessoal a religião, mas os reformadores, como Wycliffe, Hus e Savanarola, empenharam – se mais numa tentativa de fazer a igreja voltar ao ideal do Novo Testamento. Wycliffe e Hus foram capazes de capitalizar o sentimento nacionalista anti- papal durante o período do cativeiro babilônico quando o papa residia em Avignon”.

a)John Wycliffe (1328-1384). Ao povo inglês desagradava enviar dinheiro para um papa em Avignon, que estava sob a influência do inimigo da Inglaterra, o rei Francês.
Este sentimento racionalista natural aumentou o ressentimento real e da classe média por causa do dinheiro desviado do tesouro inglês e da administração do estado inglês através dos impostos papais. O estatuto de provisores de 1351 proibia a indicação pacau de clérigos para o preenchimento de cargos da Igreja Romana na Inglaterra. O Estatuto de Preminur de 1353 proibiu a pratica clerical de apelar das cortes inglesas para a papal em Roma. O pagamento do tributo anual de mil marcos, prática iniciada por John, também cessou neste período por ato do parlamento. Foi em meio a este clima de reação nacionalista contra o eclesiaticismo que Wycliffe entrou em cena.
Ajudado pelo poderoso de Gaunt, Wycliffe conseguiu desafiar o papa.

Wycliffe estudou e ensinou em Oxford maior parte de sua vida . em uma obra de 1376 intitulada “sobre o senhorio civil, ele exigia uma base moral para a liderança eclesiástica, onde Deus concedia aos líderes eclesiásticos o uso e a posse dos bens, mas não a propriedade, como um depósito a ser usado para sua glória”. Essa doutrina agradava os nobres que esperavam se apoderarem das propriedades da Igreja Romana. Eles e João de Gaunt protegeram Wycliffe para que a Igreja de Roma não conseguisse pegá-lo.
Wycliffe desgostoso com o cativeiro e o cisma, não se satisfez com essa postura apenas negativa e começou, a partir de 1378, a ser opor aos dogmas da Igreja Romana com idéias revolucionárias. Atacou a autoridade do papa em 1382, dizendo num livro que Cristo e não o papa era chefe da igreja. Afirmou que a Bíblia e não a igreja era a autoridade única para o crente e que a Igreja Romana deveria se modelar segundo o padrão da igreja do Novo Testamento, as idéias de Wycliffe foram condenadas em Londres, em 1382, e foi obrigado a se retirar para seu pastorado em Lutterworth.
As habilidades de Wycliffe influenciaram na preparação do caminho para a reforma na Inglaterra. Ele deu aos ingleses sua primeira Bíblia no vernáculo e criou o grupo lobardo para proclamar idéias evangélicas entre o povo comum da Inglaterra. Seus ensinamentos de igualdade na igreja foram aplicados a vida econômica pelos camponeses, que se revoltaram na Revolta dos Camponeses de 1381. Os estudantes boêmios que estudavam na Inglaterra levaram suas idéias para a Boêmia, onde lançaram os fundamentos dos ensinos de John Huss.
b) John Huss (1373-1415). Quando Ricardo II da Inglaterra se casou com Ana de Boêmia, os estudantes desta região começaram a se dirigir à Inglaterra para estudar.
Ao retornarem , levaram as idéias de Wycliffe com eles. John Huss, que estudara na Universidade de Praga e que chegara ser seu reitor em 1204, leu e adotou as idéias de Wycliffe. Sua pregação coincidiu com o surgimento de um sentimento nacionalista boêmio contra o controle da Boêmia de modo semelhante as colocações de Wycliffe.
Suas idéias provocaram a inimizade do papa e ele recebeu a ordem de comparecer ao Concílio de Constança com um salvo conduto do imperador. Este, porém, não foi cumprido. As suas idéias, como as de Wycliffe, foram condenadas. Com o se recusasse a se retratar, foi queimado na fogueira por ordem do Concílio, mas seu livro, De Ecclesia, sobreviveu.
Os perseguidores podem destruir os corpos dos homens, mas não podem destruir idéias, e as de Huss foram disseminadas por seus seguidores; a Igreja Romana tirou sua vida, mas não acabou com sua influência.
c) Savanarola (1452-1498). Wycliffe e Huss foram estigmatizados como hereges que colocaram a Bíblia como o primeiro padrão de autoridade; Savanorola, porém, estava, mais interessado na reforma da igreja em Florença. Depois de se fazer monge dominicano em 1474, foi designado para Florença alguns anos depois. Ele procurou reformar o Estado e a igreja na cidade, mas sua pregação contra a vida desregrada do papa provocou a sua morte por enforcamento. Mesmo sem chegar as posições vanguardistas de Wycliffe e Huss, ele exigiu a reforma da Igreja Romana.

Conclusão
Todos estes três homens anteciparam o espírito e as obras dos reformadores de tal modo que Wycliffe, o principal expoente de medidas reformadoras, foi chamado de “Estrela D’alva da Reforma”.

APRENDENDO A ADORAR (Parte 1)


Introdução

O que é adorar? Vejamos algumas definições do Dr. Russel Shedd no livro Adoração Bíblica:

ADORAR – “O transbordar de um coração grato, impulsionado pelo sentimento do favor divino”.
“Exprime a riqueza que Deus representa para o adorador”.
“A resposta de celebração a tudo que Deus tem feito, esta fazendo e promete fazer”.

No Antigo Testamento o primeiro símbolo da presença de Deus é a Arca da Aliança. A Arca tinha 1,15cm de comprimento por 70cm de largura/altura. Continha 3 objetos: Jarra de Ouro que continha o Maná, o Cajado de Arão e as Tábuas da Lei.
A tampa era coberta de ouro. No centro estava o “Assento da Misericórdia”. Querubins de ouro olhavam de cada ponta na direção da Lei, simbolizando o momento que Deus veio encontrar-se com o seu povo. Não podia ser tocada ou olhada no seu interior, sob pena de morte. Simbolizava a presença do Senhor
O texto de I Samuel 4:1 – 7:2 mostra que a Arca havia sido abandonada em Siló no período dos Juízes. Por conta da guerra contra os Filisteus onde cerca de 4.000 israelitas foram mortos (4:2), a Arca foi trazida de volta como um amuleto que poderia dar a vitória ao povo (4:3).
Ao contrário do que se esperava, Israel sofreu outra derrota e desta vez 30.000 israelitas foram mortos (4:10). Os filisteus levam a Arca para Asdode e a colocaram no templo do seu deus Dagon (5:2). Depois do castigo de Deus, os filisteus devolveram a Arca depois de sete meses (6:1).
Ao chegar em Bete-semes 70 homens foram mortos por olhar o seu interior.Assustados com o poder da Arca, os israelitas deixaram a Arca na Casa de Abinadabe em Quiriate-Jearim por 20 anos.
É neste contexto que vemos depois de todo esse tempo Davi tomando a cidade de Jerusalém e subindo ao trono. Isto está registrado em II Samuel 6. Para Davi a Arca seria importante entre outras coisas porque ajudaria a solidificar o reino do ponto de vista político e religioso.
Os versos 1-5 narram uma grande celebração para comemorar o retorno da Arca a Jerusalém com 30.000 israelitas. A Arca é colocada num carro de boi e começa a ser levada para Jerusalém. É uma grande festa que derrepente é interrompida. Os bois tropeçam, Uzá tenta segurar a Arca e é morto por causa da sua irreverência (v. 6-7).
Mas a pergunta que fica é: Como irreverência se ele tentou ajudar e evitar que Arca caísse?
A resposta está em conhecermos quem era Uzá. Segundo registra Números 4:1-20 ele era Levita e Coatita. Isto implicava que dentre os Levitas ele pertencia à família que tinha a seu encargo os objetos mais sagrados, inclusive a Arca. A este grupo de pessoas Deus tinha indicado a forma correta de carregar a Arca e isto está registrado em Êxodo 25:10-16 / 37:1-5.
Tendo entendido isto pode-se dizer que a atitude com relação à Arca representava a reverência a um Deus Santo. Tocar na Arca significa tratar as coisas sagradas com leviandade.
Hans Kung ao comentar este texto diz: “Não fico surpreso porque Uzá morreu, e sim que o restante de nós ainda esteja vivo”.
Esta narrativa de II Samuel 6 nos traz algumas lições que são bastante atuais com relação à adoração que quero compartilhar com você.

A ADORAÇÃO EXIGE PREPARO (UZÁ)_

Os versos 8 – 12 mostram que o problema não estava na Arca, mas nos homens. O texto paralelo de I Cr 15:13-15 deixa isto mais claro ainda. Deus não havia mandado colocar a Arca num carro de boi, de qualquer jeito. Ele havia disto claramente como isto deveria ser feito.
Davi e o povo aprenderam que é necessário preparo para estar na presença de Deus. As coisas não podem ser feitas de qualquer maneira. O verso 11 fala que depois de aprenderem esta lição eles se prepararam durante 3 meses.
Ao iniciarem a experiência de adoração coletiva, não havia mais pressa. O ritmo havia mudado (v.13).
Muitas vezes fazemos as coisas para Deus de qualquer maneira, ou da forma como achamos que deve ser ou mesmo de acordo com a nossa conveniência, quando Deus deixou claro na sua palavra o que espera de nós. Louvado seja Deus por sua graça e misericórdia.

A ADORAÇÃO NOS TOMA POR INTEIRO (DAVI)

Depois do que aconteceu com Uzá encontramos um Davi humilhado e agradecido. Humilhado pela sua negligência. Agradecido pela misericórdia de Deus.
Por isso ele é capaz de adorar de uma forma tão vibrante e contagiante. O verso 14 traz expressões que deixam claro isto: “Com todas suas forças”; “Diante do Senhor”; Ele trajava uma estola sacerdotal de linho, um tecido que o deixava muito a vontade.
Quando estou preparado para adorar, a presença de Deus me deixa a vontade (Estola de Linho) Não havia Coroa, não havia Manto real. Depois de tanta ansiedade e angustia, ele podia adorar, olhar para Deus.
E isso contagiou todo o povo. Mas isto veremos no próximo artigo.

O que Deus espera da sua família ?

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Dia das Mães – Sugestões de Presentes


L. Roberto Silvado

O presente do escutar

Mas você realmente deve escutar. Nada de interromper, nada de sonhar acordado, nada de planejar sua resposta. Apenas escute com interesse, afeto e atenção!

O presente do afeto

Seja generoso com abraços e beijos, tapinhas nas costas e aperto de mãos na hora certa. Deixe estas pequenas atitudes demonstrarem o amor que você tem por sua mãe.

O presente da risada

Recorte desenhos. Compartilhe artigos e histórias engraçadas. Seu presente vai dizer “eu adoro rir com você.”

O presente de um bilhete

Pode ser um simples “Obrigado pela ajuda” ou um soneto inteiro. Um bilhete, mesmo pequeno, manuscrito, pode ser lembrado por toda a vida, e pode até mudar uma vida. Diga do seu amor, gratidão por algo específico que ela fez ou simplesmente por ter-lhe dado a vida.

O presente de um elogio

Um simples e sincero, “Você fica muito bem de vermelho”, “Você fez um excelente trabalho” ou “A comida estava maravilhosa” pode tornar o dia de alguém melhor. Imagine o impacto de ouvir isto do próprio filho ou filha!

O presente de um favor

Todo dia, saia da rotina e faça alguma coisa gentil. Telefone para perguntar como vai, passe por lá para deixar um pão quentinho ou cortar a grama. Ajude-a a entender aquela carta ou conserte aquela torneira que pinga sem parar.

O presente da solidão

Há momentos quando não queremos nada além de ficarmos sozinhos. Seja sensível a esses momentos e dê o presente da solidão respeitando a sua mãe como pessoa sem entretanto deixar dúvidas quanto ao seu apoio incondicional.

O presente da disposição alegre

O caminho mais fácil para nos sentirmos bem é dizer uma palavra gentil a alguém, especialmente à nossa mãe! De fato, não é tão difícil assim dizer, “Olá” ou “Muito Obrigado.”

O presente da fé renovada

Ore a Deus pela sua mãe e faça isto na presença dela também. Reparta com ela um trecho da Bíblia que traga uma mensagem de confiança e paz ao coração. (por exemplo o Salmo 23; Romanos 8:31-39; Salmo 121)

Filhos são bençãos de Deus com todo o potencial necessário para abençoar os seus pais. Aproveite este dia especial para deixar Deus usar o “seu presente” para tornar a vida de sua mãe mais alegre. Peça agora a ajuda dele para escolher pelo menos um dos presentes acima!

Mensagem original em vida.net – http://www.vidanet.org.br
URL para a mensagem: http://www.vidanet.org.br/mensagens/dia-das-maes-sugestoes-de-presentes

O Império Carolíngio – Parte 2


O Renascimento Carolíngio.
É em relação aos séculos, VI e VII, a sua reputação de “séculos de ignorância” é por vezes exagerada. Diga-se, que se pode agora falar no Renascimento Carolíngio.
O ciclo de estudos abrangia oito ramificações, o Trivium (gramática, dialética e retórica) e o Quadrivium (aritmética, astronomia, musica e geometria), ou seja as sete artes liberais já do tempo dos gregos e seguidas pelos romanos mas com a introdução da Teologia.
Carlos Magno procurou para a sua corte grandes eruditos, trouxe gramáticos, historiadores e eruditos de conhecimentos enciclopédicos e bons teólogos. Inovou na arquitetura, na pintura, criou novos livros ao nível da escrita.
Nas apreciações feitas ao renascimento carolíngio, o historiador francês, Jacques Le Goff, não tem uma opinião muito positiva, chega mesmo a dizer que o imperador sabe ler mas não escrever e que se diverte como uma criança mandando criar um alfabeto de maiúsculas que procura decifrar durante a noite apalpando-as com os dedos debaixo do travesseiro. Há porem historiadores que têm uma visão muito mais positiva, como é o caso do alemão Karl-Ferdinand Werner, que nos diz que Carlos Magno ultrapassa a origem didática e a base teológica da reforma e que é ele que reúne na corte os espíritos mais conceituados de todas as nações do ocidente. Representa a viva fusão entre elementos romanos, gauleses e germânicos do que se transformaria a Europa.

Começos da Europa
Se, e só se, considerarmos a Europa como uma unidade de cultura ou de política, então podemos definitivamente considerar que foi com Carlos Magno que a Europa teve os seus começos. Podemos ainda ver um pouco a consciência européia, quando, ainda antes da coroação de Carlos Magno, o refere como “Chefe venerável da Europa” ou ainda “rei, pai da Europa”, ou às referências do império carolíngio como “a Europa Ocidental inteira”.

Cristianismo Como Religião Política

• Aceitação do cristianismo pelos germanos foi uma medida coletiva da liderança política, à qual o povo teve de se curvar.

• Os bispos eram nomeados pelo rei assim como os condes.

• Crenças germânicas são toleradas pela igreja.

• Igreja como instituição sacramental dirigida pelo alto clero.

• Fé popular consistia em veneração dos santos em proporções assustadoras, pelo desejo de adorar algo concreto.

• Atitudes de Carlos Magno – Proibição do surgimento de novos “santos”; obrigação dos leigos de decorar o Pai-Nosso e o Credo na língua do povo; deveriam se confessar uma vez por ano; observar as horas de oração durante o dia; instituiu o descanso dominical obrigatório; cobrança do dízimo como imposto; a pregação deveria ser em linguagem simples; tentou promover uma reforma nos mosteiros (Benedito de Aniano); valorizou a educação, utilizando-se da igreja para isto (Aquino de York, Todulfo).

Reforma Interna

• Seu filho Ludovico, o Pio, se torna o seu sucessor

• Na primeira dieta (817), adotou medidas importantes como: Criar enviados imperiais para julgar casos de opressão e ursupação; ordenou que todos os mosteiros se submetessem à Benedito de Aniano; A eleição dos bispos seria tarefa do clero e do povo; proibição de ostentação de luxo por parte do clero; divisão do dízimo em três partes (uma para o clero e duas para os pobres). Como conseqüência a igreja passou a ter mais autonomia que seria usa contra o próprio imperador.

• Após a sua morte seus domínios são divididos entre três de seus filhos. A partir daí o velho império carolíngio começa a entrar em decadência. Um tempo de conflitos, ao mesmo tempo em que ainda sofria os efeitos da expansão muçulmana.

O Sistema Econômico

• Com a expansão muçulmana, os cristãos perdem o domínio do mar. O dinheiro deixa de circular e a terra torna-se a principal fonte de riqueza. Surge o sistema feudal.

• Os feudos se tornam hereditários, o que vai resultar na fragmentação política e econômica de Europa Ocidental, e a decadência de diversas monarquias.

Atividade Teológica

• Como conseqüência da obrigatoriedade da confissão uma vez por ano, surge a primeira grande formulação dogmática da idade Média: o sacramento da penitência.

• A penitência da confissão, que fazia parte da vida do monge, foi transformada em obrigação para todos os crentes.

• Num primeiro momento, a ordem de confissão tinha três etapas: o verdadeiro arrependimento do coração; a confissão oral que deveria ser feita diante do confessor; a realização da penitência imposta. Somente após a realização do ato de penitência, é que o confessor deveria expressar a reconciliação. Com o passar do tempo (+ou – ano 1000) a prática passou a ser a seguinte: confissão do pecado, pressupondo-se a contrição do coração; imposição da satisfação por meio de obras, ao que o que confessava prometia cumprimento; a isso se seguia o anúncio de que havia reconciliação com a comunhão dos santos.

• Gregório magno conferiu duas funções ao sacerdote: o anúncio do perdão, quando da confissão, e o ofício das chaves na disciplina eclesiástica ( Mt 16:19/18:18 ). A partir daí começou o caminho para a definição da penitência como sacramento.

• Faltava regulamentar os castigos penitenciais, ou o cumprimento da pena imposta. Isto foi deixado a critério do sacerdote. Surge o conceito de indulgência, que vai ser entendida como o ponto que elimina a pena e a culpa, o pecado. Tinha validade também para a vida post mortem .

• Controvérsias teológicas também marcaram este período, como por exemplo: a que se referia ao Filioque; a do “adocionismo”; a da predestinação; a presença de Cristo na Eucarisatia.

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